Qual o preço de uma alma ?

 

Quando o homem deixou o pecado entrar no mundo, seus efeitos foram devastadores.

O pecado trouxe consigo o pior de todos os inimigos dos homens, a morte.

Na lei dos homens, somente quem comete o delito pode pagar pela transgressão.

É fácil de visualizar este princípio que está insculpido na própria lei, tal como se verifica no direito penal brasileiro, que explicita de forma inequívoca que a pena não poderá jamais ultrapassar a pessoa do sentenciado.

Trata-se do princípio da individualização da pena.

Há de se dizer ainda que o senso comum aborda a questão atrelada a responsabilização pessoal de atos e delitos praticados por alguém que comete um crime.

No mundo espiritual a Bíblia aponta caminhos diferentes em relação ao pagamento dos delitos.

O pecado de nossos primeiros pais trouxe consequências destruidoras para a humanidade.

Doença, rancor, sofrimento, ódio, prisão injustiça e morte.

Estes são apenas alguns elementos que corroboram com os efeitos da malignidade do pecado.

Abel, ainda no livro de Gênesis, entendeu o efeito prático e trágico do pecado e buscou a expiação do pecado, oferecendo a Deus um sacrifício.

Caim, que era lavrador, ofereceu a Deus um sacrifício pessoal, para agradar a Deus.

Não há como agradar a Deus com sacrifícios pessoais, pois o homem, por mais que queira, não reúne condições de pagar pessoalmente pelos danos que o pecado provoca.

Era necessário o sacrifício de um inocente para expiar o pecado de um malfeitor.

Abel encontrou um cordeiro, sem mácula e perfeito e apresentou o animal para Deus.

O sacrifício de Abel foi aceito, pois  desvendou o plano de redenção que estava dentro do coração de Deus.

Caim, por sua vez, deixou-se levar pelo aprisionamento de seus sentimentos que clamavam pelo reconhecimento do sacrifício pessoal.

Paulo o apóstolo, posteriormente advertiu que as nossas obras diante de Deus são como trapo de imundícia.

No limiar dos tempos o Cordeiro foi oferecido, santo, imaculado, inocente, no lugar dos pecadores, seu nome é Jesus Cristo e somente pelo seu sacrifício temos condições de ter acesso ao Pai das luzes.

O sacrifício de Cristo, pela Lei de Deus, não foi um sacrifício pessoal, mas sim vicário, substitutivo.

Cada pecador deveria pagar o seu próprio pecado, mas o valor de uma alma é caríssimo e nenhum homem teria condições de remir o pecado de alguém, sem que antes os seus recursos se esgotassem completamente (Salmos 49:7-8).

Por tal razão, o preço da alma de muitos pecadores fora alcançado pelo sacrifício de Cristo, o Filho de Deus.

 

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