Quanto tempo ainda nos resta ?

“Eis que vem com as nuvens e todo olho o verá, até os mesmos que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim. Amém” (apocalipse 1:7).

 

                                   Somente uma pessoa espiritualmente cega, não percebe que estamos assustadoramente nos aproximando do período mais sombrio da história.

 

                                    A degradação moral da sociedade, das instituições, da educação, o surgimento de ideologias tais como a da perspectiva de gênero, o alto grau de permissividade nos relacionamentos conjugais, isto tudo atrelado a perseguição implacável de igrejas que não se curvaram ao poder estatal opressor de países onde o evangelho é combatido, apontam para o cumprimento das escrituras.

 

                                  Todos estes fatos que demonstram o atual caos social que a humanidade protagoniza é impulsionado pela apostasia que reina no meio cristão, especificamente, entre os evangélicos.

 

                                   A apostasia é tão acentuada que atualmente, no subconsciente de alguns cristãos não há mais diferença entre o que é certo e errado. Estes conceitos são considerados relativos e ultrapassados.

 

                                   Líderes religiosos chegam a defender o aborto com a maior desfaçatez e nada acontece, não há reação alguma de teólogos ou de quem quer que seja, pois o amor de muitos encontra-se congelado (https://www.youtube.com/watch?v=bo_14h-Uth0).   

 

                                  Igrejas que antes eram piedosas e buscavam o poder de Deus em oração e com a prática do jejum, hoje preocupam-se, tão somente em angariar fundos para contratar pregadores e cantores para a realização de cultos festivos. 

 

                                   Cumpre assinalar que o valor dessas contratações variam e alcançam importâncias significativas.

 

                                  Ao mesmo tempo em que se preocupa com o referido ativismo, verifica-se, muitas vezes, uma incompreensão constante dos evangélicos em relação a idolatria praticada na igreja romana, em nome de uma apologética especialista em reparar no argueiro que está no olho dos outros.     

 

                                   Qual a diferença em idolatrar uma imagem, um pregador “pop star” ou um cantor famoso ?

 

                                   Pois bem, se você não percebeu, o que estou querendo dizer é que nosso tempo é curto, a hora é chegada e o arrependimento deve ser exercitado dia após dia, num processo de regeneração que deve ser adotado com urgência, antes que seja tarde demais.

 

                                   “O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para convosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se” (II Pedro 3:9).                                    

 

                                    Soli Deo Gloria

 

                                     Johnn R. Moreira

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